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Agência de Marketing Digital

em Campinas

  • Sites: Google Chrome marcará páginas com HTTP como sites não seguros

    Sites Seguros - protocolo HTTPSA partir de julho de 2018, o navegador do Google - o Chrome - marcará todos os sites com o protocolo HTTP como sites não seguros. O que fazer para que isso não aconteça? Adotar o HTTPS no URL, protocolo que preserva a privacidade do seu usuário e garante mais credibilidade ao seu site.

    O “S” a mais não é mero detalhe, pois o novo protocolo ajuda a proteger as informações dos clientes por meio da criptografia de dados que trafegam entre os navegadores e os serviços da internet.

    Além de garantir segurança, o HTTPS usa tecnologias que melhoram o desempenho dos sites e, com isso, acelera a experiência dos usuários. Por este motivo, já se tornou protocolo padrão nos sites mais importantes da web (81 dos 100 principais sites da internet adotaram o protocolo). Aliás, ele já é obrigatório para alguns dos novos protocolos de aprimoramento de desempenho como o HTTP/2.

    Anúncios no Google AdWords

    O não uso do protocolo HTTPS também deve afetar o desempenho dos sites que utilizam o Google AdWords. O serviço do Google já recomenda e, em alguns casos, exige que todos os URLs usem este protocolo. O objetivo da exigência é proteger as informações pessoais e financeiras dos seus clientes.

    Ficou curioso e quer verificar se o seu site é compatível com HTTPS? Siga estes passos:

    - Abra o site no Chrome e veja se as seguintes situações se aplicam: - verifique se existe um ícone de cadeado verde à esquerda do URL. Se sim, o seu website é compatível; - se o ícone não é exibido, insira o URL do site novamente usando o "https://" em vez de "http://". Se a página não carregar, o site não é compatível com o HTTPS.

    Neste caso, você precisará atualizar o seu site e o URL para usufruir dos benefícios de se ter um site seguro. Para mais informações e atualização, entre em contato com a equipe da Agenzzia nos telefones (19) 3381-4160 ou (19) 4141-3160.

  • Lançamento: Agenzzia desenvolve loja virtual de alta performance

    Para vender ainda mais na internet, a Ftérna - empresa que comercializa sapatos femininos com numeração pequena - precisava renovar e modernizar toda a sua loja virtual, desenvolvida pela equipe da Agenzzia há cinco anos.

    Na época, o e-commerce foi produzido com tecnologias de ponta – técnicas ultrapassadas hoje em dia, que não mais satisfazem as necessidades de uma loja que cresceu ao longo dos anos e conquistou muitas clientes brasileiras e também estrangeiras.

    Para o desenvolvimento do site, a equipe da Agenzzia aplicou tecnologias capazes de melhorar o carregamento das páginas, o desempenho do site nos principais buscadores, nos índices de qualidade do Google (PageSpeed), aperfeiçoar a experiência do usuário e suas compras e, com isso, aumentar o grau de satisfação das consumidoras em relação à loja virtual.

    Veja abaixo as principais funcionalidades que tornaram o site da Ftérna uma loja virtual de altíssima performance e qualidade:

    • Servidor dedicado com 8 núcleos de processamento;
    • Ferramenta própria com mais de 20 anos de desenvolvimento contínuo;
    • Três idiomas com um único módulo - totalmente traduzido via banco de dados;
    • Multicategorias dinâmicas cruzadas;
    • Multimeios de pagamento via cartão de crédito transparente e sem registro local;
    • Boleto bancário gerado automaticamente por ferramenta online do Itaú;
    • Cálculo dos valores parcelados;
    • Frete pelos correios - integrado, com contrato específico;
    • Carga do site inferior a 2 segundos - em muitos casos, inferior a 1 segundo;
    • Ordem de apresentação dos produtos dos mais novos (lançamentos) para os mais antigos;
    • SEO básico integrado (mais de 50 itens na primeira página do Google;
    • Integração com o Google por sitemaps e dados estruturados de localização e de produtos.

    Ftérna - Loja Virtual de Calçados Pequenos

  • Release: Catálogos online de produtos ajudam consumidores a decidir compras na internet

    Fato: o brasileiro está conectado à internet. Segundo dados do IBGE, divulgados em 2014, 95,4 milhões de brasileiros estão conectados à web, o número indica que mais da metade dos domicílios (54,9%, ou seja, 36,8 milhões de casas) passou a ter acesso à rede mundial de computadores.

    Esses números revelam também que o comportamento on-line dos brasileiros está mudando e que, cada vez mais, utilizam a internet como uma vitrine virtual, uma ferramenta para pesquisar, avaliar produtos e decidir o que comprar. Segundo uma pesquisa do Ebit com 7.809 consumidores, 37% dos usuários buscam apenas informações na internet antes de decidir uma compra.

    Pensando nesse público potencial, agências de marketing digital investem nessa tendência de comportamento e desenvolvem catálogos eletrônicos virtuais para empresas – verdadeiras vitrines digitais. Um exemplo é a Agenzzia, agência digital de Campinas (SP), que desenvolve sites de catálogos de produtos e serviços de alta performance para empreendedores.

    Com uma plataforma própria - o DinamicSite -, a agência cria sites que mostram os produtos e serviços oferecidos pelas empresas, trazem visibilidade para a marca e atraem clientes interessados em conhecer melhor o que a companhia tem a oferecer. Esses sites também possuem diversas integrações com os principais sites de buscas, o que facilita a busca do consumidor pelo produto.

    “Nós desenvolvemos um conceito novo de trabalho que envolve uma parte técnica diferenciada, marketing de conteúdo, layout baseado em semiótica, SEO e otimização de performance. Os nossos sites ultrapassam 90% no índice de “pagespeed”do Google”, revela o diretor comercial da Agenzzia, Valentim Bueno.

    Para o profissional, essas características melhoram a experiência dos usuários nos sites de catálogos virtuais e, com isso, os consumidores podem pesquisar e avaliar melhor os produtos e decidir a compra com mais rapidez e segurança.

  • Grupo de WhatsApp com familiares é o maior distribuidor de fake news

    Descobrir a origem das centenas de notícias falsas que se multiplicam pela internet feito uma epidemia por nossas inteligências hoje é ainda uma complexa tarefa investigativa e tecnológica. Uma pesquisa, no entanto, descobriu principal meio através do qual tais notícias costumam circular e se disseminar, e o resultado pode ser espantoso: os grupos de família do WhatsApp.

    O caso no qual a pesquisa realizada pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, se baseou foi o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, no mês passado. Através de um questionário respondido por mais de 2 mil e 500 pessoas, mais da metade das pessoas confirmaram que receberam os mais populares (e absurdamente mentirosos) boatos sobre Marielle em grupos de família no WhatsApp. Por se tratar de um aplicativo muito popular, privado e sem nenhum caráter público, o WhatsApp é um dos principais meios de disseminação das chamadas fake news.

    Segundo a pesquisa, 51% receberam as notícias falsas pelos grupos familiares, 32% em grupos de amigos, 9% em grupos de trabalho e 8% em mensagens diretas. Os dados podem se dar pelo fato de existirem mais grupos de família entre os usuários do app, mas também podem indicar que, em um espaço mais íntimo, as pessoas se sentem mais à vontade para disseminar conteúdos especulativos e sem qualquer comprovação de veracidade sem medo de serem julgadas.

    Fonte: Hypeness

  • WhatsApp e Instagram vão ganhar chamadas de vídeo em grupo

    Recursos foram anunciados pelo Facebook durante conferência de desenvolvedores F8; segundo empresa, mais de 2 bilhões de minutos de chamadas de vídeo e voz são gastos todos os dias pelo aplicativo de mensagens

    Chamada de Vídeos no Instagram e WhatsappJá quis fazer uma chamada de vídeo com várias pessoas da sua família ao mesmo tempo pelo WhatsApp? Em breve, isso será possível: o Facebook anunciou na manhã desta terça-feira, 1, que o aplicativo de mensagens usado hoje por 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo em breve terá chamadas de vídeo em grupo. O anúncio foi feito por Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, durante a palestra de abertura da F8, conferência anual de desenvolvedores, realizada esta semana em San José, na Califórnia.

    O executivo não precisou quando a função estará disponível no aplicativo de mensagens, mas destacou que hoje, todos os dias, 2 bilhões de minutos são feitos em chamadas de vídeo e voz pelo WhatsApp. Zuckerberg disse ainda que a função de conversas em grupo por vídeo também estará disponível em breve no Instagram. "É uma forma de se unir a quem importa para você quando você não pode estar fisicamente junto daquelas pessoas", disse Zuckerberg durante o evento.

    Segundo a empresa, não será necessário baixar um novo aplicativo para começar uma chamada -- basta ir até a aba de Mensagens Privadas, procurar pelo contato com quem se quer começar uma conversa e pronto. Para adicionar mais pessoas, basta clicar em um novo botão, específico para isso.

    Stickers. O WhatsApp também vai ganhar uma função há muito aguardada por usuários -- e bastante popular em outros aplicativos de mensagens: os stickers, ou adesivos.

    Segundo a empresa, uma coleção de stickers criados pelo Facebook estará disponível, mas será possível adicionar e criar seus próprios adesivos -- no rival Telegram, é possível criar e procurar por coleções de adesivos de praticamente qualquer assunto, dos ministros do STF ao grupo de humor Choque de Cultura.

    Jan Koum. O presidente do Facebook também se pronunciou publicamente sobre a saída de Jan Koum, presidente executivo do WhatsApp, que anunciou ontem sua partida da empresa. "Quero agradecer Jan pelo trabalho incrível que fez criando o WhatsApp", disse Zuckerberg. "Se hoje temos a maior rede criptografada de mensagens do mundo, isso não seria possível sem Jan Koum."

    Zuckerberg também divulgou que o WhatsApp Status, função de mensagens efêmeras do aplicativo de mensagens instantâneas, é utilizado por 450 milhões de pessoas todos os dias. Além disso, o Instagram também vai ganhar uma nova aba de exploração, focada em interesses dos usuários, como cachorros, skate ou churrasco, por exemplo.

    Fonte: Estadão

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